PAC contribui para cenário promissor

Graças às medidas econômicas, o cenário é promissor para o Brasil. No segundo trimestre de 2009, a economia voltou a acelerar. O PIB de abril a  junho cresceu 1,9% sobre o período de janeiro a março.

A produção industrial, duramente afetada pela crise, registrou a sétima alta mensal consecutiva, subindo 2,2% em julho em relação a junho. Em agosto, foram criados 242 mil novos empregos com carteira assinada; o acumulado do ano chegou a 680 mil.

Expansão do crédito
A ordem foi expandir o crédito, aumentar os investimentos públicos e estimular os privados. A União emprestou R$ 100 bilhões ao BNDES e usou parte das reservas em dólar para financiar as exportações. Os bancos estatais lideraram o aumento do crédito – elevação de 36% contra 5,4% dos bancos privados nacionais e 1,8% dos estrangeiros.

O volume no sistema financeiro atingiu 45% do PIB em julho. Os impostos dos veículos, linha branca e materiais de construção foram reduzidos. O programa Bolsa Família e o Seguro Desemprego, ampliados para manter o poder de compra das famílias.

Pela primeira vez, o Brasil se tornou credor do FMI, ao comprar US$ 10 bilhões em bônus da instituição. O país deve encerrar o ano com saldo líquido de R$ 25 bilhões de investimento estrangeiro direto. As reservas internacionais mantiveram trajetória ascendente e chegaram a US$ 223 bilhões em setembro.

Do lado do investimento público, o governo lançou, em abril, o programa Minha Casa, Minha Vida, que representa R$ 34 bilhões em subsídios e tem por objetivo a construção de um milhão de unidades residenciais.

O programa é um forte estímulo para o setor da construção civil e com grande capacidade para gerar postos de trabalho. Já o Plano Safra da Agricultura Familiar 2009/2010 vai investir R$ 15 bilhões na produção de alimentos. Na safra 2008/2009, o Brasil colheu 134,3 milhões de toneladas de grãos, a segunda maior produção da história.

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