Entenda como o Brasil enfrentou a crise

Uma economia sólida e estável, com condições de superar rapidamente a pior crise internacional dos últimos 80 anos. Este é o retrato econômico do Brasil de hoje. O novo modelo de desenvolvimento adotado pelo governo brasileiro ajudou a reduzir consideravelmente os impactos negativos da instabilidade financeira que abalou o mercado mundial.

Nos últimos anos, a política econômica do Governo Federal, responsável pela criação de milhões de empregos, combinada à política social de transferência de renda, produziu um círculo virtuoso de crescimento. Tudo isso ajudou a formação de um mercado interno robusto, que estimula investimentos em produção e deixa as empresas menos expostas às oscilações do mercado internacional.

O compromisso com os fundamentos econômicos também criou uma proteção contra a crise internacional. As contas públicas equilibradas permitiram a geração de superávits primários consistentes e a redução substancial da dívida líquida do setor. O controle da inflação e o ritmo acelerado de acumulação de reservas também serviram de escudo para o enfrentamento da crise.

Com base nesses fundamentos, o Brasil pôde atuar de forma diferente para enfrentar a turbulência internacional, com a adoção das chamadas medidas anticíclicas: redução dos juros básicos, incentivos à produção e ao consumo e ampliação do investimento público. Estas e outras medidas ajudaram a evitar que uma forte recessão se instalasse no País, como aconteceu nas principais economias do mundo.

Por tudo isso, o Brasil deve retomar em 2010 o ritmo acelerado de crescimento registrado nos últimos anos. A superação dos efeitos da crise econômica também vai abrir oportunidades para o País, que provou ser possível adotar um modelo de desenvolvimento econômico baseado no mercado interno e na redução das desigualdades sociais.

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